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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A SALVAÇÃO DO PSOL NAS MÃOS DO PV

Passada a CRISE DAS PASSAGENS AÉREAS, sem as críticas e sem as palavras duras de Heloísa Helena ou de seus aliados (parlamentares eleitos), é incontroverso que o declínio político ameaça o PSOL em 2010. Essa ameaça, digamos, fica muito mais acentuada quando Heloísa Helena em 2009 descarta a possibilidade em disputar à Presidência e indica sua pretensão em retornar ao Senado em 2010.


Outro fator de risco ao PSOL é a recém pré-candidatura Presidencial de MARINA SILVA, ex-petista hoje no Partido Verde (PV), essa candidatura do PV que faz desmoronar qualquer chance de Heloísa Helena de obter êxito em 2010 e, se analisarmos também pela ótica da conjuntura política atual, as chances dela (Heloísa) diminuem ainda mais, isso porque a população não almeja radicalismo na política, há uma sensação de conformidade que favorece as candidaturas "de direita" e a própria continuidade petista. Por fim, todo esse cenário desfavorece a candidatura de Heloísa Helena do PSOL, portanto, é de fácil constatação a ameaça política que corre o PSOL em 2010 e seu declínio político.


Por outro lado, a CRISE no PSOL agravou no resultado nacional da eleição de 2008, em revelou que os votos obtidos pelo PSOL na campanha Presidencial de Heloísa Helena foram "votos de protesto" e hoje, Heloísa Helena, na política nacional se confronta com a realidade de ser um produto do PSOL (uma marca, um rotulo), o partido radical (PSOL) não existirá sem ela e ela não existe sem o partido radical (veja o resultado da eleição de 2008 no site do TSE). Nem Freud confortará os políticos do PSOL.


O foguete Heloísa Helena, subiu e desce rapidamente no cenário político sem chão para pouso seguro, no entanto, a única salvação política do PSOL, sem a candidatura Presidencial de Heloísa Helena é a coligação com o Partido Verde (PV) em 2010 em apoio a MARINA SILVA do PV.


Será que os VERDINHOS do PV aceitarão a coligação com os radicais VERMELHINHOS do PSOL em 2010?


A resposta parece fácil, se analisarmos pela ideologia partidária, certamente não haverá coligação entre o PV e o PSOL, mas, como se trata de manter os "empregos públicos" dos políticos do PSOL, tudo é possível.


Você acredita que o PSOL é diferente dos demais partidos?


Você acha uma utopia política, a coligação entre o PV e o PSOL?
Aguarde a disputa eleitoral em 2010.





por Francisco Quirino
Pós-graduando em Marketing Politico e Propaganda Eleitoral pela USP
Bacharel em Direito
Bacharel em Teologia
Bacharelando em Administração de Empresas
Bacharelando em Ciências Contábeis

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

COMO LANÇAR UM CANDIDATO ?

O lançamento de um candidato, basicamente podemos dividir em 3 grupos e outros subgrupos. Cada grupo deve ser meticulosamente estudado, analisado com muito cuidado e critério e devem estar interligados. Se um deles não for criteriosamente executado, pode se comprometer o lançamento da candidatura. De forma simples, seguem abaixo os grupos que devem ser aplicados:

Fase 1 – Idealização
1.1- Escolha do partido em harmonia ao segmento que representa o candidato?
1.2- Pensar estrategicamente qual o número de votos necessários para que o candidato seja eleito
1.3- Pensar no público que o candidato defende, alguns denominam isso de “bandeira da campanha” e de que forma deve ser atingido.
1.4- Pensar no programa que o candidato está ou pretende defender.
1.5- Qual a principal promessa do candidato?
1.6- Como comunicá-la?
1.7- Quais resultados esperados a curto, médio e longo prazos para o candidato?


Fase 2 - Desenvolvimento
2.1- Elaborar um Plano Estratégico de Marketing e de Propaganda Eleitoral com todos os detalhes possíveis, abordando e prevendo o nível de aceitação do candidato.
2.2- Calcular o tempo ideal, para colocar em execução o plano estratégico.


Fase 3 – Lançamento

3.1- A coordenação geral da campanha não pode ser dividida.
3.2- Selecionar e Treinar a equipe da campanha.
3.3- Realizar reunião para os eleitores.
3.4- Usar uma retórica em sintonia ao ambiente e ao publico que está se comunicando, para que os eleitores sejam multiplicadores na campanha.


É importante que durante a fase de DESENVOLVIMENTO, o Plano de Marketing e de Propaganda Eleitoral deve responder inúmeras as questões como por exemplo: a Logística, a Distribuição, o Investimento, a Propaganda, a Publicidade, entre outros.

Por fim, penso que esse pequenino comentário possa ser útil para aqueles que tenham pretensões em se lançarem candidatos aos cargos eletivos (política), no entanto, salvo exceção aos candidatos que disputam reeleições, recomendo que esses candidatos devem inserir outros grupos que não comentamos acima.
por Francisco Quirino
pós-graduando pela USP (2008)
bacharel em DIREITO (1998)
bacharel em TEOLOGIA (2005)
bacharelando em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS (2005)
bacharelando em CIÊNCIAS CONTÁBEIS (2007)

quinta-feira, 18 de junho de 2009

"PARA QUE ESTUDAR, SEJA PRESIDENTE !"

É hilário, mas verdadeiro. Deixo a seguir um texto que criei para reflexão.

Um certo pai preocupado em motivar o filho nos estudos, isso porque esse pai não teve oportunidade de estudar, conversando com seu filho, disse: "Meu filho eu não pude estudar, mas,eu vou fazer o possível para que você seja Doutor"
o filho, questiona: "pra que pai ?"
o pai assustado com a afirmação do filho, disse: "Pra que? Para que as pessoas possam admirar você"
o filho novamente, questiona: "pra que pai ?"
o pai já quase em desespero, percebendo a falta de motivação do filho, disse: "Pra que ? Para que você possa comprar uma casa, carro e quem sabe, Deus te ajude, pode até ter um motorista"
o filho rapidamente, questiona: "pra que pai ?"
o pai desesperado, disse: "meu filho sem estudo no Brasil, você não conseguirá nada, você passará fome, as pessoas não terão pena de você, por isso que você precisa se dedicar e estudar"
o filho olhando nos olhos do pai, justifica: "para que pai estudar, ter um curso superior no Brasil ? É o senhor tem razão, posso por um período passar fome, as pessoas não terem pena, posso também por um período não ter uma casa, nem carro, mas, pai também é verdade que posso usar e explorar todo esse sofrimento para ser Presidente da Republica do Brasil"


por Francisco Quirino
pós-graduando pela USP (2008)
bacharel em DIREITO (1998)
bacharel em TEOLOGIA (2005)
bacharelando em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS (2005)
bacharelando em CIÊNCIAS CONTÁBEIS (2007)

quarta-feira, 17 de junho de 2009

“A COMPREENSÃO DO DIREITO COMO DIREITO FUNDAMENTAL PARA BASE DA DEMOCRACIA”

De certo que os direitos humanos fundamentais têm evoluído ao longo da história, adequando-se às necessidades do homem, mas, como é possível, o exercício do direito sem compreensão da linguagem contida na norma, se essa (norma) é a base fundamental à democracia.


Sem dúvida que o Brasil é um Estado Democrático de Direito, cujos direitos e deveres dos cidadãos tem fundamento nas normas jurídicas, essas normas por sua vez com uma linguagem de difícil compreensão para maior parte da população.


Ora, se considerarmos que é pela compreensão do direito (norma) que ele é exercido, por exemplo: o direito a saúde, o direito a educação, o direito de habitação, o direito de opinião, o direito de liberdade de pensamento, o direito de expressão, entre outros.


Pois bem, se para o exercício do direito é relevante sua compreensão, é correto afirmar que não basta o direito formal (norma), meramente declarado, o mais importante é que a norma seja compreendida.


Indiscutivelmente, se a participação na sociedade é resultado do exercício de direito, então temos que é dever do Estado de informar aos cidadãos para que haja base à democracia (fazer que a norma seja compreendida).


Por isso, é conclusivo que deve haver “a compreensão do direito como direito fundamental para base da democracia”, essa compreensão é hoje um direito que se torna uma necessidade irrenunciável e real, sem a qual não há participação, não há liberdade, e sem ela (compreensão) desmorona-se a igualdade e impede a existência da democracia.

Por fim, se o pressuposto do exercício de direito é o resultado da existência de compreensão da norma jurídica e sua ausência leva à desigualdade e esta é antagônica à democracia, este Blog é o instrumento para declaração da democracia, pois tem como princípio “a compreensão do direito como direito fundamental para base da democracia".


por Francisco Quirino
pós-graduando pela USP - Marketing Político e Propaganda Eleitoral (2008)
bacharel em DIREITO (1998)
bacharel em TEOLOGIA (2005)
bacharelando em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS (2005)
bacharelando em CIÊNCIAS CONTÁBEIS (2007)